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Histórico

Publicado em 21/03/2014 às 13:24 - Atualizado em 24/07/2014 às 09:15

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História 

Por volta do ano de 1.935, com a chegada dos primeiros imigrantes, nascia o povoado de Rio Preso, recebeu este nome pelo fato do rio estar em barrancos e matas, parecendo estar preso. Esta denominação predominou por cerca de dez anos e em 1.945 o povoado passou a se chamar Alto Rio Dollmann e, algum tempo depois mudou para Forcação devido à junção dos rios Fachinal e Palmitos, que se encontram no centro da cidade formando uma figura de forca.

Em 1.967 o Escrivão Alceste Moser deu entrada a um Projeto na Câmara de Vereadores do município de Ibirama, ao qual o povoado de Forcação pertencia, para que a atual denominação fosse mudada para Vitor Meireles, em homenagear ao famoso pintor catarinense. Em 26 de abril de 1989, o Estado de Santa Catarina emancipou o Município de Vitor Meireles, desmembrando-o de Ibirama através da Lei 7.579/89 e implantou-se no dia 1º de janeiro de 1.990.

O Município de Vitor Meireles, possui uma área territorial de 371,560 km², localizado dentro do Bioma Mata Atlântica, localizado no Vale Norte do Alto Vale do Itajaí, a 270 km de Florianópolis, Capital do Estado de Santa Catarina. Com uma população de 5.207 habitantes, segundo fontes do IBGE 2010.

O município de Vitor Meireles foi colonizado principalmente por imigrantes Italianos, Alemães e Poloneses, o que determinou as características culturais do município. Traços históricos dos colonizadores podem ser encontrados na Atafona da Família Bittencourt, construída em 1953 e é movida a roda d'água, no Alambique da Família Borguesan e nas comidas típicas como a polenta com galinha, pão de milho, mel, melado, pratos a base de peixe, além do Piriquito, prato típico Polonês.

A arquitetura religiosa do município se destaca através da Igreja Matriz Santa Catarina, que além da beleza externa, chama a atenção para os arabescos da pintura interna realizada pelo artista Cechet Pierrú e seu ajudante Pedro Schequetti. O artesanato se destaca pelo crochê, pintura, tricô e bordados entre outros, como por exemplo, o trabalho confeccionado por índios da Reserva Duque de Caxias. As aldeias Palmeira e Coqueiro, que compõe a Reserva Indígena Duque de Caxias, estão instalada dentro do território do município de Vitor Meireles, onde habitam aproximadamente 70 famílias de origem das tribos Xocleng, Kaigang, Guaranis e Botocudos.

            Vitor Meireles destaca-se no Estado por ter em seu território um assentamento da reforma agrária com 30 famílias, localizada na ARIE - Área de Relevante Interesse Ecológico que é a maior reserva de araucárias do País em floresta de transição, com mais de 8.000 pinheiros nativos, alguns com mais de 200 anos de idade, contemplada ainda por grutas, cavernas, belíssimas cachoeiras e trilhas ecológicas, a incrível pedra do chapéu, o que lhe assegura lugar de destaque no turismo agroecológico.


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